quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Páscoa, qual a sua perspectiva?

Antecedentes
Deus chamou Abraão, fez com ele uma aliança que continha promessas, dentre as quais, a de que ele seria uma grande nação e que seus descendentes herdariam uma porção de terra (Gênesis 12:1-3).
Deus lhe advertiu de antemão que, antes da concretização dessa promessa os seus descendentes experimentariam 400 anos de sofrimento e escravidão. Mas, Deus, informou também que iria abençoar esse povo e livrá-los da escravidão (Gênesis 15:13-14; Êxodo 12:41).
Posteriormente, essa aliança foi ratificada com Isaque, filho de Abraão (Gênesis 26:2-5), e com Jacó, seu neto (Gênesis 35:11-12). Jacó (cujo nome foi mudado por Deus para Israel), foi pai de doze filhos. José, um deles, trás na sua história (descrita nos últimos capítulos de Gênesis), o pano de fundo do inicio da narrativa de Êxodo.
Ele enfrentou a traição dos irmãos, foi vendido como escravo para o Egito, foi preso, sofreu muito, até que interpretou os sonhos do Faraó, os quais mostravam que haveria sete anos de fartura e sete de fome. Por conta disto José foi elevado à condição de vice-rei com a missão de suprir o mundo de alimentos no período de crise.
José levou seu pai e seus irmãos para morar no Egito. Após a sua morte, um Faraó que não conhecia a história de sua nação subiu ao trono e começou a oprimir o povo que um dia os havia salvado. Ele mandou matar todos os meninos recém-nascidos.
Deus salva milagrosamente um destes meninos, Moisés, e mais tarde o usa para ser o libertador deste povo.
Percebemos que em todo o tempo Deus está na gestão da história, e zela pelos seus, mesmo quando tudo parece perdido.
Estava nos planos de Deus libertar Seu povo. Ele já havia prometido! E quando Deus decide agir, nenhum homem ou demônio pode impedir. Pode até se opor, e neste caso Deus aproveita para demonstrar o seu poder, que tem uma dupla função: ensinar ao seu povo preciosas lições enquanto administra juízo sobre seus opositores.
Deus já havia enviado nove pragas, agora a última e decisiva estava por vir. Mas Ele não faz nada sem avisar, mesmo a incrédulos, para que tenham oportunidade de arrependimento e não tenham o que argumentar contra a justiça de Deus.
Nesta décima praga, morreriam todos os filhos mais velhos (os primogênitos), da casa de Faraó ao mais humilde servo e também dos animais. À meia noite, o "anjo da morte" passaria por todas as casas do Egito. Somente a casa que tivesse aspergido sangue nos umbrais e nas vergas das portas é que seria poupada, e o anjo não entraria para executar a sua missão. Esta "passagem" do anjo (no hebraico "pesah"), originou o nome da festa - páscoa.
Por não dar crédito aos avisos de Deus é que o incrédulo é punido e castigado. Vale lembrar que isto também aconteceu nos tempos de Noé, e acontecerá nos dias que vão anteceder o juízo final.

Deus faz distinção (11:7)
Deus faz distinção entre aqueles que são seu povo e os que não são. Mesmo estando entre os egípcios, o povo de Deus não era egípcio. Mesmo estando no mundo, o povo de Deus não é do mundo (João 17:17-16). Estão, mas não são; há algo que os diferencia. É igualmente verdade que há muitos que estão na igreja, mas, não são do Reino; estão entre os salvos, mas, estão perdidos; são como lobos no meio das ovelhas.
A bênção de um significa maldição para o outro. A prosperidade de um é o despojo do outro. O livramento de um trás castigo para o outro. O que para um é motivo de adoração para o outro é motivo de blasfêmia. Enquanto um se alegra e celebra, o outro geme e amaldiçoa.
Acreditar na palavra de Deus e obedecer as suas ordenanças é a marca do povo de Deus, enquanto a incredulidade, a obstinação e a rebeldia é a marca dos que não são.
Os que temem ao Senhor são abençoados e protegidos na mesma proporção em que os desobedientes e rebeldes são punidos.
Primeiro foi o povo de Deus quem gemeu debaixo da opressão dos seus adversários, e clamou pedindo livramento a Deus (2:23), e a Faraó (5:15). Agora, é a vez dos egípcios clamar e gemer diante do juízo divino (11:6).
Deus ouve o clamor do seu povo. Ele é o vingador do seu povo. Não se pode afrontar seu povo sem que esteja afrontando a Ele próprio. E quando Deus ou seu povo é afrontado, o juízo se torna iminente (1 Samuel 17; 2 Reis 19; Salmo 74:10).

O livramento (12:23)
Ao seu povo Deus providencia o escape, a saída, porque zela por ele.
O sangue nas vergas e umbrais da porta era o sinal de que naquela casa havia uma família que pertencia a Deus, ouvia sua voz, cria em sua palavra e lhe obedecia, sendo assim, era uma família que estava segura, debaixo da proteção e da cobertura da graça.
A cobertura do sangue não levava em conta os pecados pessoais, mas o fato de que aquelas pessoas estavam em aliança com Deus e pertenciam a Ele.
Passar o sangue era um ato de obediência, era um ato que indicava fé. Crer que Deus promete e cumpre. Crer que Ele honra a sua palavra de proteger aos seus enquanto o juízo é executado. Crer, a ponto de não deixar a proteção do sangue, e não sair de casa, senão pela manhã.
A páscoa por si mesma não era a redenção, mas o despertar da redenção, a indicação de que esta se aproximava. O povo de Deus deixaria o Egito como um exército vitorioso, carregando os despojos do inimigo (12:35-36).

O rico simbolismo
Somos enriquecidos com o simbolismo que a páscoa apresenta. Um cordeiro morreu no lugar de um filho na casa de Israel. Uma vida inocente foi sacrificada para que outra pudesse se salvar. Isto aponta para o sacrifício vicário de Cristo, o inocente morrendo no lugar do pecador. A morte de Cristo na cruz seria a vida da humanidade.
O cordeiro tinha que ser um macho de um ano, sem defeito, sem mancha, e não poderia ter nem um osso partido (12:46). Não é em vão que o Novo Testamento aponta para Cristo, nosso cordeiro pascoal, nossa páscoa, inclusive, cumprindo este detalhe (João 19:36; 1 Corintios 5:7).
As ervas amargas serviam para lembrar ao povo do amargor da escravidão. A escravidão é algo que deve ser amargamente relembrada. A liberdade é algo precioso. O Espírito de Deus dá liberdade, enquanto as forças das trevas escravizam (João 8:36; 2 Corintios 3:17). Israel jamais teria se libertado sozinho.
O povo deveria fazer os pães sem fermento e jogar fora todo o fermento que tivessem em casa. A ausência do fermento indicava pressa (não daria tempo à massa de crescer), eles deviam estar preparados e prontos para a liberdade. O fermento, símbolo da corrupção, ensina que eles precisavam romper com a cultura, a idolatria e os pecados do Egito (Mateus 16:12; Lucas 12:1; 1 Corintios 5:6-8). Eles deveriam abandonar e jogar fora estas coisas, inclusive do seu coração.
A páscoa marcaria para eles o inicio de um novo ano. Seu calendário religioso teria início com a páscoa. Sendo assim, a páscoa marca o começo da vida de Israel como nação e indica nova vida.
A páscoa é uma festa histórica que lembra os atos salvíficos de Deus. É uma festa de educação religiosa, que visava instruir as gerações futuras a crerem em Deus, a serem gratos e fieis a quem os libertou, a quem zela por eles os abençoa e protege.
A páscoa fazia os judeus relembrarem o maravilhoso livramento que Deus operou ao tirar da terra do Egito os seus antepassados após ter Ele matado os primogênitos dos egípcios. Mas tinha o propósito de servir de sinal daquela muito maior redenção e livramento da servidão ao pecado, que foi realizada por Jesus.
A páscoa relembrava aos judeus que a aspersão do sangue, nas vergas das portas das casas de seus antepassados, livrou-os da espada do anjo destruidor. Tinha por objetivo ensinar que o sangue de Cristo, aspergido sobre a consciência do pecador arrependido, purifica-o de toda mácula do pecado e livra o pecador da ira vindoura.
A páscoa fazia os judeus rememorarem o fato de que nenhum dos seus antepassados esteve isento de ser destruído pelo anjo, na noite em que ele matou os primogênitos egípcios, a menos que tivessem comido do cordeiro que fora morto. Todos que quiserem receber o benefício eterno da expiação efetuada por Cristo precisam alimentar-se dele, pela fé, acolhendo-o em seus corações.
No início, a páscoa era uma comemoração doméstica e familiar, sem templo, altar, sacerdote. O chefe da família era o sacerdote. Isto mostra a importância que a família e o lar tem nos planos de Deus. Ele incentiva a celebração e a adoração no lar.
Com o tempo, a páscoa passou a ser comemorada no templo, oficializada por um sacerdote profissional, e se tornou mais pública e formal (grupos se reuniam por consentimento, como Jesus e os seus discípulos, como uma família, para celebrar a páscoa). Este fato representa a igreja institucional de hoje em contraposição à igreja menos formal do passado, que se reunia nos lares para celebrar a Deus.
O grande ajuntamento do povo de Deus, a grande assembléia (hb. qahal), já era uma figura do ajuntamento da igreja (gr. ekklesia).
Houve uma guerra espiritual. Os poderes espirituais que estavam por trás dos símbolos adorados seriam derrotados e julgados como os egípcios (12:12). Então, a páscoa foi uma derrota não só para os inimigos humanos do povo de Deus, mas também do inimigo espiritual.

A última páscoa - a páscoa cristã (Lucas 22:7-23)
Um acontecimento tão importante como a páscoa, que deu origem ao início de Israel como nação, não poderia ser ignorada pelo Novo Testamento. Pelo menos cinco idéias estão claramente implícitas e podem ser aplicadas aos cristãos.
A morte de Cristo ocorreu exatamente no período da páscoa. A páscoa é uma festa exclusivamente judaica, os gentios foram excluídos da comemoração (12:43-49), mas a Ceia substitui a páscoa judaica. Assim, festejamos e relembramos a morte e ressurreição de Cristo. Nossa páscoa se chama Ceia do Senhor, ou como alguns preferem, "santa Ceia".
Houve uma conexão intencional entre o tempo da páscoa judaica e o tempo da morte de Cristo. Não foi por acaso, mas pela determinação providencial de Deus, que nosso Senhor foi crucificado na semana da páscoa e no dia exato em que o cordeiro pascal costumava ser imolado. O intuito disso foi o de chamar a atenção da nação judaica para Aquele que é o verdadeiro cordeiro de Deus.
O cristão, tal como os antigos israelitas, devem pôr de lado o fermento do pecado, da corrupção, da malícia, da desobediência, substituindo pelos pães asmos da sinceridade e da verdade (1 Corintios 5:7).
A última ceia foi inicialmente uma refeição pascal (João 18:28; 19:14). Após a refeição pascal, o Senhor instituiu o seu equivalente, ou seu substituto cristão. Ele é a nossa páscoa. Nos celebramos a ceia que relembra Cristo, o nosso cordeiro pascal.
A idéia de uma aliança, e do início de uma nova nação estão presentes. Cristo fez uma nova aliança, e, por meio da sua Igreja, dá inicio a uma nova nação, uma nova humanidade, composta de pessoas de todas tribos, línguas e raças, uma nação sem fronteiras.
Quanto ao êxodo cristão, certamente que éramos escravos do pecado, mas fomos libertos da escravidão para viver uma nova vida. Cristo é o que nos liberta da escravidão do pecado.
Portanto, se o cordeiro assado, os pães sem fermento as ervas amargas eram os símbolos da páscoa do judeu, o pão e o vinho é o símbolo da páscoa do cristão, resta pensar que os coelhinhos e ovos de chocolate são apenas símbolo do capitalismo.
Texto Original Igreja Batista de Betuel.


Conclusão
Eu te desafio a pensar na páscoa sobre a perspectiva dos egípcios. Você acha que a páscoa é um dia de festa para eles? Certamente que não! É um dia de luto e de tristeza.
A páscoa só pode ser comemorada por quem pertence a Deus, por quem lhe obedece e nele crê. Somente estes têm razões para celebrá-la.
Se você pertence a Deus, deve celebrar a páscoa. Deus quer que seu povo celebre, adore, comemore, festeje. Portanto, alegre-se, pois a sua redenção chegou.
Se você não pertence a Deus, deve se preocupar, pois, o juízo de Deus é iminente. Como você pretende escapar?
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" (Hebreus 9:27). "Eis que o juiz está à porta" (Tiago 5:9).
Então, "bem-aventurados os que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 22:14).

terça-feira, 29 de março de 2011

PÃO DIÁRIO


MUITO OBRIGADO, MEU DEUS!
Os olhos do SENHOR estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor. A face do SENHOR está contra os que fazem o mal, para desarraigar da terra a memória deles. Os justos clamam, e o SENHOR os ouve, e os livra de todas as suas angústias. Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR o livra de todas. Ele lhe guarda todos os seus ossos; nem sequer um deles se quebra. A malícia matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão punidos. O SENHOR resgata a alma dos seus servos, e nenhum dos que nele confiam será punido. (Salmo 34:15-22)

Muito obrigado, meu Deus! Pelas lágrimas que rolam pelo meu rosto, pois quando meu coração está duro elas o atingem e deixam-no sensível e delicado. Muito obrigado, meu Deus! Por me ensinares a odiar o mal, não aprovar a injustiça e não ter preguiça nem covardia para lutar por um mundo melhor. Muito obrigado, meu Deus1 Por Jesus ter morrido em meu lugar, pela compreensão de que Ele é o único caminho que leva a Ti e porque posso temer-Te todos os dias, resultando em benefícios para mim e para minha família. Muito obrigado, meu Deus! Por teres me escolhido para ser teu filho e pela esperança de participar do grande banquete n eternidade. Sei que sou teu convidado, Senhor! Muito obrigado, meu Deus! Por minha família crer em Ti, pois quando todos nós mais precisamos, te encontramos. Muito obrigado, meu Deus! Porque quando erro, tu me dás uma nova chance, pois tua misericórdia se renova a cada manhã. Muito obrigado, meu Deus! Por sempre fortaleceres meu ombros e firmares minhas pernas para te servir e por iluminares minha mente para compreender melhor o teu querer em minha vida. Muito obrigado, meu Deus! Porque não tenho mais motivo para ter medo, poi tu me dás coragem; não preciso me sentir derrotado, pois por meio de Cristo me conduzes ao triunfo. Tambem é raro que eu me sinta sozinho ou fraco, pois Tu és minha companhia sempre e minha fortaleza.
Querido Deus, te agradeço também por quem está lendo este texto hoje. Que essa pessoa possa sentir Teu agir em sua vida e expressar toda a sua gratidão por tudo o que tens feito.

Bendito seja o SENHOR, porque ouviu a voz das minhas súplicas O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido; assim o meu coração salta de prazer, e com o meu canto o louvarei.(salmo 28:6-7)

GRATIDÃO É A ATITUDE NATURAL DE QUEM CONHECE DEUS.
Mensagem extraída do Livro Pão Diario

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pastor Alexandre Barroqueiro

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Igreja: Uma unidade orgânica

 


A bíblia nos ensina sobre o aspecto orgânico da igreja em 1Coríntios 12:12ss. Tendo como base o funcionamento dos membros e órgãos do corpo humano, Paulo ensina o objetivo de Deus para a igreja, que era: todos os cristãos trabalhando, tendo cada um sua função e responsabilidade a cumprir. Enfaticamente, ele afirma que não somos membros de qualquer corpo, mas do Corpo de Cristo (v. 27; Ef 4:12,15-16).
E no Corpo de Cristo, não há membro mais importante que outro; ninguém é dispensável, nem aqueles que são considerados mais fracos ou até mesmo desprezíveis (v. 14-22). Essa linha de pensamento divino segue em Romanos 12:5, Paulo raciocina da mesma forma: as capacidades são diferentes, mas todas são importantes, porque têm origem em Cristo. A diversidade produz inestimável riqueza, agregando valores ao Corpo.
A Igreja deve enxergar isso com urgência. Onde o ensino bíblico não é enfatizado, perde-se a visão de Corpo de Cristo, os cultos são transformados em shows, megaigrejas são valorizadas (nestas, é praticamente impossível o crescimento espiritual de todos os membros, e em algumas delas existem motivações não centradas no reino de Deus, falta espaço para todos trabalharem) e apenas há valorização no carisma do líder.
Contra essas tendências que seguem uma lógica mais mundana e secularizada que bíblica e espiritual, é preciso entender e viver a Igreja como organismo vivo, cujo cabeça é o Senhor Jesus, e não como organização mercantilista.
Como Corpo de Cristo, harmoniosamente viveremos, em obediência a Cristo, e estaremos equipados para o serviço coletivo do reino de Deus.

Pb. Francisco de Aquino, membro da Igreja “O Brasil para Cristo” Kemel – Poá e professor do Instituto Bíblico O Brasil para Cristo (I.B.B.C.) em Suzano e Poá.

As Quatro Leis Espirituais

1 Primeira Lei
Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida.

O AMOR DE DEUS
" Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)


O PLANO DE DEUS
Cristo afirma: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente" (uma vida abundante e com propósito). (João 10:10)


Por que a maioria das pessoas não está experimentando essa "vida abundante"?
Porque…

2 Segunda Lei
      

O homem é pecador e está separado de Deus; por isso não pode conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida.

O HOMEM É PECADOR
"Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus..." (Romanos 3:23)

O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir o seu próprio caminho, e seu relacionamento com Deus desfez-se. Este estado de independência de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião ou indiferença, é evidência do que a Bíblia chama de pecado.

O HOMEM ESTÁ SEPARADO
"Pois o salário do pecado é a morte..." (separação espiritual de Deus) (Romanos 6:23)

[LAW 2 DIAGRAM]

Deus é santo e o homem é pecador. Um grande abismo separa os dois. O homem está continuamente procurando alcançar a Deus e a vida abundante através dos seus próprios esforços: vida reta, boas obras, religião, filosofias, etc.

A Terceira Lei nos mostra a única resposta para o problema dessa separação...



3 Terceira Lei

Jesus Cristo é a única solução de Deus para o homem pecador. Por meio dele você pode conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida.

ELE MORREU EM NOSSO LUGAR
"Mas Deus demonstra seu amor por nós pelo fato de ter Cristo morrido em nosso favor, quando ainda éramos pecadores." (Romanos 5:8)


ELE RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS
"Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras... e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos..." (1 Coríntios 15:3-6)

ELE É O ÚNICO CAMINHO
"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João 14:6)


[LAW 3 DIAGRAM]


Deus tomou a iniciativa de ligar o abismo que nos separa Dele ao enviar seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar, pagando o preço dos nossos pecados.

Mas não é suficiente conhecer essas três leis...



4 Quarta Lei
Precisamos receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor, por meio de um convite pessoal. Só então podere- mos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida.
PRECISAMOS RECEBER A CRISTO

"Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." (João 1:12)

RECEBEMOS A CRISTO PELA FÉ
"Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9)

RECEBEMOS A CRISTO POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL
Cristo afirma: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei..." (Apocalipse 3:20)

Receber a Cristo implica arrependimento, significa deixar de confiar em nossa capacidade para nos salvar, crendo que Cristo é o único que pode perdoar os nossos pecados. Não é suficiente crer intelectualmente que Jesus é o Filho de Deus e que morreu na cruz pelos nossos pecados ou ter uma experiência emocional. Recebemos a Cristo pela fé, através de uma decisão pessoal.

Estes dois círculos representam dois tipos de vida:
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VIDA
CONTROLADA PELO "EU"
O "EU"  no centro da vida.
CRISTO  do lado de fora da vida.
Ações e atitude controladas pelo "EU ", resultando em discórdias e frustrações.


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VIDA CONTROLADA POR CRISTO
CRISTO no centro da vida.
O "EU"  fora do centro.
Ações a atitudes controladas por CRISTO, resultando em harmonia com o plano de Deus


Qual dos dois círculos representa melhor sua vida?
Qual deles você gostaria que representasse sua vida?


Gostaria de explicar como você pode receber a Cristo.


VOCÊ PODE RECEBER A CRISTO AGORA MESMO EM ORAÇÃO
(Orar é falar com Deus).

Deus conhece seu coração e está mais interessado na atitude do seu coração do que em suas palavras. A oração seguinte serve como exemplo:

"Senhor Jesus, eu preciso de Ti. Eu Te agradeço por ter morrido na cruz pelos meus pecados. Abro a porta da minha vida e Te recebo como meu Salvador e Senhor. Obrigado por perdoar os meus pecados e me dar a vida eterna. Toma conta da minha vida e faça de mim o tipo de pessoa que desejas que eu seja."

Esta oração expressa o desejo do seu coração?

Se for assim, faça esta oração agora mesmo e Cristo entrará em sua vida, como prometeu.

Que a Graça de Deus esteja com você e sua Familia!!!!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Firmados no Senhor!

Olá amados irmãos, que a paz do Senhor esteja com vocês...
Quero deixar uma mensagem que foi grande benção para minha vida; esta mensagem foi pregada pelo Pastor Cícero de Sorocaba - SP Igreja CES de São Guilherme e ele foi muito usado por Deus para falar comigo, espero que seja da mesma maneira com todos os irmãos!

Salmo 1

O Salmo 1 praticamente nos ensina como viver sendo justo, no caminho do Senhor. Hoje, é muito comum quando temos alguma dificuldade, seja em qualquer área da vida, buscarmos conselhos. Necessitamos de alguém para nos dizer o que queremos ouvir para tomar uma decisão.
Muitas vezes até mesmo como cristãos, conhecendo a palavra de Deus e seus mandamentos, “fingimos” ou “ignoramos” a sua vontade e nos voltamos para conselhos que nem sempre são os melhores ou a vontade de Deus para nossa vida. O melhor amigo, conselheiro, o que pode nos dar a direção correta é Jesus, Ele tem sempre a melhor palavra e o melhor caminho.
Devemos buscar a vontade de Deus para nossa vida e não a nossa, pois como muitos de nós já sabemos a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Como diz o salmista devemos ter prazer na lei do Senhor, devemos estar plantados como árvores junto a ribeiros para que nossa raiz esteja cada vez mais fincada em Jesus.
Muitos de nós até estamos perto de Deus, mas não enraizados em Deus. Quando estamos somente perto do Senhor, deixamos a nossa vontade falar mais alto e sempre sofremos as conseqüências. Quando nos aprofundamos mais em Deus, Ele é quem vive em nós e não mais nós vivemos. Morrer para nós é viver para Deus, é agradar o coração do Senhor e desfrutar da Sua glória ainda neste tempo, neste dia, nesta hora que Deus te deu.
Devemos então ser como homem prudente (Mateus 8/24 e 25) estar sempre atentos e obedientes a palavra do Senhor, firmados na rocha, firmados no amor e na palavra de Deus e assim veremos muitos frutos para o Senhor, em nome de Jesus.

Ele é a nossa força!
Amém.
Claudia de Matos Barroqueiro.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011